No dia 20 de novembro, Brasil celebra o dia da consciência negra e este mês sempre é marcado por uma série de debates em torno do tema. Porém, neste ano de 2010, um assunto bastante polêmico vem tomando as páginas das criticas nos veículos de comunicação: a distribuição nas escolas de todo país de um livro de um autor clássico, o Monteiro Lobato, que perpetua aquelas imagens estereotipadas da mulher negra na sociedade brasileira. Em protesto, importantes intelectuais brasileiras,como a Dra. Eliane Cavalleiro, vem debatendo e discutindo em público sobre o absurdo de o governo brasileiro e o ministério da Educação permitir a disseminação do conteúdo de tal livro. Este artigo de Eliane aprofunda a questão para que se aumente a consciência política no país acerca do assunto. Admiramos mesmo é Luiz Gama!
Continue lendo em: http://www.pambazuka.org/pt/category/comment/68727
Seja bem-vindo a esse espaço no qual se pretende multiplicar conhecimentos pertinentes ao continente africano e de sua diáspora no Novo Mundo. É reconhecida a necessidade das trocas de saberes e a socialização do conhecimento na área da História, com vistas ao desenvolvimento das atividades de ensino e pesquisa na busca da inclusão de temas que contribuam para a compreensão da multiplicidade das experiências humanas e a criticar estereótipos organicamente naturalizados.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
domingo, 14 de novembro de 2010
Lançamento da Revista Acervo
A proposta é promover um debate com alguns dos articulistas que colaboraram com essa publicação e uma reflexão nos campos da arte, do ativismo político e da religião.
A trajetória de negras e negros, coletiva ou individual, na luta pelo pleno respeito e reconhecimento às suas contribuições materiais e imateriais, definidoras de essências do povo brasileiro, por condições de igualdade na sociedade e pela criação de ações afirmativas em busca de políticas públicas voltadas para os direitos humanos e a valorização da diversidade, serão perspectivas de discussão da mesa-redonda, que também perpassam os artigos que compõem a Acervo O negro na sociedade contemporânea.
Arquivo Nacional - Auditório
Praça da República, 173 - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Entrada franca
Programação - 17 NOVEMBRO
14:00horas - Mesa-Redonda "O Negro na sociedade contemporânea"
Coordenação: Carla Lopes
Palestrantes
Roberto Conduru / Professor de História e Teoria da Arte na Uerj / Pró-cientista Uerj/Faperj / pesquisador CNPq / Presidente do Comitê Brasileiro de História da Arte,
Elisa Larkin / Doutora em psicologia-USP/ Mestre em direito e em ciências sociais - Universidade do Estado de Nova Iorque / Co-fundadora e atual diretora presidente do IPEAFRO (Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros)
José Flávio Pessoa de Barros / Doutor em Antropologia - USP / Pós-doutor em Antropologia - Universidade de Paris V / Professor adjunto aposentado da UERJ e da UFRJ.
Gilberto Palmares / Deputado estadual no Rio de Janeiro / coordenador da Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro / Presidente da Comissão Especial 120 anos da Abolição da Escravatura
Angélica Basthi / Escritora e jornalista / Mestre em Comunicação e Cultura - UFRJ / Pós-graduada em História da África e Gestão em Direitos Humanos - Universidade Cândido Mendes.
17:00 horas - Apresentação de filmes do acervo do CULTNE - Acervo Digital de Cultura Negra Brasileira
18:00horas - Lançamento da Revista Acervo
19:30horas - Apresentação do Coral de Cânticos Sagrados Africanos Iyun Asè Orin
Fonte: Arquivo Nacional
A trajetória de negras e negros, coletiva ou individual, na luta pelo pleno respeito e reconhecimento às suas contribuições materiais e imateriais, definidoras de essências do povo brasileiro, por condições de igualdade na sociedade e pela criação de ações afirmativas em busca de políticas públicas voltadas para os direitos humanos e a valorização da diversidade, serão perspectivas de discussão da mesa-redonda, que também perpassam os artigos que compõem a Acervo O negro na sociedade contemporânea.
Arquivo Nacional - Auditório
Praça da República, 173 - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Entrada franca
Programação - 17 NOVEMBRO
14:00horas - Mesa-Redonda "O Negro na sociedade contemporânea"
Coordenação: Carla Lopes
Palestrantes
Roberto Conduru / Professor de História e Teoria da Arte na Uerj / Pró-cientista Uerj/Faperj / pesquisador CNPq / Presidente do Comitê Brasileiro de História da Arte,
Elisa Larkin / Doutora em psicologia-USP/ Mestre em direito e em ciências sociais - Universidade do Estado de Nova Iorque / Co-fundadora e atual diretora presidente do IPEAFRO (Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros)
José Flávio Pessoa de Barros / Doutor em Antropologia - USP / Pós-doutor em Antropologia - Universidade de Paris V / Professor adjunto aposentado da UERJ e da UFRJ.
Gilberto Palmares / Deputado estadual no Rio de Janeiro / coordenador da Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro / Presidente da Comissão Especial 120 anos da Abolição da Escravatura
Angélica Basthi / Escritora e jornalista / Mestre em Comunicação e Cultura - UFRJ / Pós-graduada em História da África e Gestão em Direitos Humanos - Universidade Cândido Mendes.
17:00 horas - Apresentação de filmes do acervo do CULTNE - Acervo Digital de Cultura Negra Brasileira
18:00horas - Lançamento da Revista Acervo
19:30horas - Apresentação do Coral de Cânticos Sagrados Africanos Iyun Asè Orin
Fonte: Arquivo Nacional
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Diretoria do Centro Cultural José Bonifácio quer mudança de nome
Considerado o espaço mais importante da cultura afro-brasileira, o Centro Cultural José Bonifácio, localizado numa das primeiras escolas públicas da América Latina, solicitado por D. Pedro II, que ganhou doações para fazer monumentos após a guerra do Paraguai, é tão cheio de histórias e projetos.
Teve como origem o projeto ZUMBI, que existia na Secretaria de Cultura, com o objetivo de levar para as escolas a contribuição do negro no Estado brasileiro. Somente, por volta dos anos de 1986 / 87, esse projeto tomou corpo e logo se via a necessidade de ter um espaço próprio. Foi nessa época que resolveram criar o centro, aproveitando a oportunidade em que o espaço da escola pública fechada desde a década de 70, numa decadência de abandono e ruína, fosse hoje o Centro Cultural José Bonifácio.
De acordo com o gestor do centro cultural, Amaury Oliveira da Silva, o maior erro foi manter o nome José Bonifácio nesse projeto. Pois, atualmente, o grande desafio deste
centro cultural é a mudança de nome e transformar o centro em referência, como centro de documentação e memória, efetivamente em centro de referência da cultura negra.
Mudança de nome porque o Patriarca da Independência, José Bonifácio, que lutou contra a abolição, porém, no sentido de desenvolvimento do país pregava o embranquecimento da
sociedade brasileira através da vinda dos europeus para a mão de obra qualificada. Ele defendia a teoria racista que, naquela época, dizia que o negro não tinha alma e nem
raciocínio. Ou seja, quando Bonifácio incentivava a trazer essa mão de obra européia era no sentido do embranquecimento da etnia. “Dentro da perspectiva de que o negro era quase um animal irracional não faz sentido, hoje, manter o nome José Bonifácio dentro de um centro cultural de referência da cultura negra”, observa Amaury. Por isso, será criada uma comissão, na qual escolherão pessoas ligadas à academia, religiosidade e o saber da cultura, para propor como substituição do nome deste centro.
O centro cultural José Bonifácio tem como objetivo trabalhar dentro da cultura brasileira de matriz africana. Entretanto, há um projeto ainda a ser realizado, na criação de uma lei, que coloca no currículo escolar a importância da contribuição negra na formação do Estado brasileiro. Com isso, haverá um curso de história da África voltado, em geral, para o público e também professores que terão informações necessárias para aplicar no dia-a-dia nas salas de aula.
Nele são oferecidos, gratuitamente, oficinas, entre elas dança afro-brasileira, capoeira angolana e regional, caratê, dança de salão para terceira idade, dança do ventre, oficina artesanato com material de reciclagem, bijuterias, cursos de teatro, escola de música erudita que ensina violino e violão, canto coral e outras. Além disso, a partir de outubro, terá dança de ritmo afro-latina, cursos de desenhos técnicos e, através de algumas parcerias com a Associação de Mulheres Empreendedoras do Brasil e a Ação Comunitária do Brasil do Rio de Janeiro, o centro oferecerá também cursos de almoxarifado e auxiliar de escritório, aulas de percussão, reparos instrumentais e chapelaria para pessoas acima de 16 anos.
No meio de tantos projetos, desafios e objetivos, o centro, situado em um lindíssimo prédio com fachadas de pedras colocadas pelas mãos dos escravos do Brasil Colonial e que possui tombamento histórico reconhecido, deveria ser mais valorizado pelos órgãos competentes, que poderiam restaurar o prédio de forma merecida.
Contudo, os moradores ao redor do José Bonifácio que queiram participar desses projetos, é só comparecer ao centro, aberto todos os dias da semana, com uma foto 3x4,
comprovante de residência e identidade. E para as pessoas que gostariam de conhecer e saber um pouco mais da cultura afro-brasileira, basta agendar uma visita com antecedência para ter o privilegio de uma visita guiada por um dos funcionários que lá trabalham.
Telefone para contato: 2233-7754 ou através do e-mail: ccjbonifacio@pcrj.rj.gov.br.
O Centro Cultural José Bonifácio fica localizado na Rua Pedro Ernesto, 80 – Gamboa.
Fonte: http://www.jornalfolhadocentro.com.br/index4.php?edicao=169&pagina=3&id_noticia=505
Teve como origem o projeto ZUMBI, que existia na Secretaria de Cultura, com o objetivo de levar para as escolas a contribuição do negro no Estado brasileiro. Somente, por volta dos anos de 1986 / 87, esse projeto tomou corpo e logo se via a necessidade de ter um espaço próprio. Foi nessa época que resolveram criar o centro, aproveitando a oportunidade em que o espaço da escola pública fechada desde a década de 70, numa decadência de abandono e ruína, fosse hoje o Centro Cultural José Bonifácio.
De acordo com o gestor do centro cultural, Amaury Oliveira da Silva, o maior erro foi manter o nome José Bonifácio nesse projeto. Pois, atualmente, o grande desafio deste
centro cultural é a mudança de nome e transformar o centro em referência, como centro de documentação e memória, efetivamente em centro de referência da cultura negra.
Mudança de nome porque o Patriarca da Independência, José Bonifácio, que lutou contra a abolição, porém, no sentido de desenvolvimento do país pregava o embranquecimento da
sociedade brasileira através da vinda dos europeus para a mão de obra qualificada. Ele defendia a teoria racista que, naquela época, dizia que o negro não tinha alma e nem
raciocínio. Ou seja, quando Bonifácio incentivava a trazer essa mão de obra européia era no sentido do embranquecimento da etnia. “Dentro da perspectiva de que o negro era quase um animal irracional não faz sentido, hoje, manter o nome José Bonifácio dentro de um centro cultural de referência da cultura negra”, observa Amaury. Por isso, será criada uma comissão, na qual escolherão pessoas ligadas à academia, religiosidade e o saber da cultura, para propor como substituição do nome deste centro.
O centro cultural José Bonifácio tem como objetivo trabalhar dentro da cultura brasileira de matriz africana. Entretanto, há um projeto ainda a ser realizado, na criação de uma lei, que coloca no currículo escolar a importância da contribuição negra na formação do Estado brasileiro. Com isso, haverá um curso de história da África voltado, em geral, para o público e também professores que terão informações necessárias para aplicar no dia-a-dia nas salas de aula.
Nele são oferecidos, gratuitamente, oficinas, entre elas dança afro-brasileira, capoeira angolana e regional, caratê, dança de salão para terceira idade, dança do ventre, oficina artesanato com material de reciclagem, bijuterias, cursos de teatro, escola de música erudita que ensina violino e violão, canto coral e outras. Além disso, a partir de outubro, terá dança de ritmo afro-latina, cursos de desenhos técnicos e, através de algumas parcerias com a Associação de Mulheres Empreendedoras do Brasil e a Ação Comunitária do Brasil do Rio de Janeiro, o centro oferecerá também cursos de almoxarifado e auxiliar de escritório, aulas de percussão, reparos instrumentais e chapelaria para pessoas acima de 16 anos.
No meio de tantos projetos, desafios e objetivos, o centro, situado em um lindíssimo prédio com fachadas de pedras colocadas pelas mãos dos escravos do Brasil Colonial e que possui tombamento histórico reconhecido, deveria ser mais valorizado pelos órgãos competentes, que poderiam restaurar o prédio de forma merecida.
Contudo, os moradores ao redor do José Bonifácio que queiram participar desses projetos, é só comparecer ao centro, aberto todos os dias da semana, com uma foto 3x4,
comprovante de residência e identidade. E para as pessoas que gostariam de conhecer e saber um pouco mais da cultura afro-brasileira, basta agendar uma visita com antecedência para ter o privilegio de uma visita guiada por um dos funcionários que lá trabalham.
Telefone para contato: 2233-7754 ou através do e-mail: ccjbonifacio@pcrj.rj.gov.br.
O Centro Cultural José Bonifácio fica localizado na Rua Pedro Ernesto, 80 – Gamboa.
Fonte: http://www.jornalfolhadocentro.com.br/index4.php?edicao=169&pagina=3&id_noticia=505
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Centro Cultural José Bonifácio,
cultura afro-brasileira
IV Encontro de Cinema Negro Brasil
Programação
08 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
17h
Mesa de Abertura
18h30
O Papel e o Mar - 15’
Luiz Antonio Pillar
Broder - 93’
Jeferson Dê (SP)
09 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
14h
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Black in Berlin - 13’
Sabrina Fidalgo (RJ)
Copa Vidigal - 75’
Luciano Vidigal (RJ)
16h
Cada fio uma história - 7’
Estimativa (RJ)
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Noitada de Samba - 75’
Cely Leal
ARMAZÉM 6 - Cais do Porto
18h30
Lançamento do Projeto do DVD Memória dos Destaques em curta metragem dos Encontros de Cinema 2007, 2008, 2009 e 2010.
19h30 - Clássicos
Alma no Olho - 11’
Zózimo Bulbul
Retrato em branco e preto - 15’
Joel Zito Araújo
O Papel e o Mar - 15’
Antonio Pillar
Choro e Ladainha - 15’
Antonio Pompeo
Carolina - 14’
Jeferson Dê
Condição Humana - 14‘
Flavio Leandro
20h30 - Novos Realizadores
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Rap de Saia - 18’
Janaina Oliveira
Neguinho e kika - 18‘
Luciano Vidigal (RJ)
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Se todos fossem iguais - 17’
Fernando Barcellos (RJ)
Santas Ervas - 17’
Lincoln Santos
Ilha do rato - 18’
Joselito Crispim (BA)
22h
Festa
OI FUTURO em Ipanema
14h
Anba Fey - 19'
Domenique Duport (Guadalupe)
La Vie Revee de Sarah - 27’
Giscard Bouchette (Haiti)
El viaje más largo - 25’
Rigoberto Lopez (Cuba)
Com a presença diretor Rigoberto Lopez
16h
Mujer - 4’
Jean Jean (Haiti)
Tête Gréné - 86’
Christian Grandman (Guadalupe)
Presença do diretor Christian Grandman
10 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário SENEGAL
. A importância da União dos países africanos
. Senegal - 50 anos de independência
. A importância do renascimento africano
Sr. Abdou Salam Sall
Sr. Iba Der Thiam
Sr. Ndawear Touré
Sr. Amadou Lamine Faye
Sr. Mame Biram Diouf
Madiagne Diallo
Ousmane William Mbaye
Mansour Sora Wade
Mama Keita
Léandre Alain Backer
Zózimo Bulbul
14h
Mère-Bi, La Mère - 55’
Ousmane William Mbaye
Dieu a-t-il Quitter L’Afrique? - 52’
Musa Kala Dieng (Senegal)
16h
Ramata - 84’
Léandre Alain Backer (Senegal)
18h
Estreia de Renascimento Africano - 51’
Zózimo Bulbul (RJ)
19h
L’Absence - 84’
Mama Keita (Senegal)
21h
Un homme qui crie - 92’
Mahamat-Saleh Haroun (Chade)
CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL
14h
ASWAD - Diáspora Africana - 72’
Júlio Tavares
Debate com o cineasta após a sessão
18h30
Oficina de Roteiro com Antonio Molina
Participação: Julio Tavares
OI FUTURO em Ipanema
14h
Abuona - 85’
Mahamat – Seleh Haroun (Chade)
Após a sessão, debate com o cineasta
16h
Daratt - 95'
Mahamat–Saleh Haroun (Chade)
Com a presença do cineasta
11 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário AS VÁRIAS ÁFRICAS
. 50 anos de independência da Costa do Marfim
. A libertação de Cabo Verde
. Literatura, cinema e a importância dos roteiros
Idriss Diabate - Costa do Marfim
Guenny Pires - Cabo Verde
Mahamat Seleh Haroun - Chade
13h
Le Raccourci Vers Le Soleil - 60’
Idriss Diabate (Costa do Marfin)
Wole Soyinka - 52’
Akin Omotoso (África do Sul/Nigéria)
15h30
Pour le meilleur et pour l'oignon - 52’
Sani Elhaj Magor (Nigéria)
Contrato - 77’
Guenny Pires (Cabo Verde)
17h30
Le Monologue de la Muette - 45’
Khady Sylla (Senegal)
Saint Louis Blues (Un Transport en commun) - 48’
Dyana Gaye (Senegal)
19h
Alfa Blond - 90’
Antoinette Delafin-Cissé (Costa do Marfim)
21h
Daratt - 95'
Mahamat–Saleh Haroun (Chade)
CENTRO CULTURALJUSTIÇA FEDERAL
14h30
Le Raccouri Vers Le Soleil - 60’
Idriss Diabate
Wole Soyinka - 52’
Akin Omotoso (África do Sul)
Debate com o cineasta Idriss Diabate
OI FUTURO em Ipanema
14h
Mumbi - 7'
Viviane Ferreira (SP)
Renascimento Africano - 53’
Zózimo Bulbul (RJ)
15h
Debate com cineastas
Zózimo Bulbul
Mansour Sora Wade
Madiagne Diallo
16h30
Oficina de roteiro com
Antonio Molina e Zózimo Bulbul
12 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário CARIBE
. O Festival Itinerante do Caribe e seus processos
. A Importância do Cinema na Reconstrução do Haiti
Rigoberto Lopez - Cuba
Christian Grandman - Guadalupe
14h
Anba Fey - 19’
Domenique Duport (Guadalupe)
20 anos - 20’
Bárbaro J. Ortiz (Cuba)
Uma Misma Raza - 20’
José Luis Neyra (Cuba)
El viaje más largo - 25’
Rigoberto Lopez (Cuba)
La Vie Rêvée de Sarah - 27’
Giscard Bouchette (Haiti/Fran)
16h
Cousines - 106’
Richard Senecal (Haiti)
18h
Mujer - 4’
Jean Jean (Haiti)
Tête Gréné - 86’
Christian Grandman (Guadalupe)
20h
Ramata - 84’
Léandre Alain Backer (Senegal)
OI FUTURO em Ipanema
14h
Cada Fio Uma História - 7’
Estimativa (RJ)
Bróder - 100’
Jeferson De (SP)
Debate com o cineasta
16h30
Oficina de roteiro com Antonio Molina e Jeferson De
ESPAÇO TOM JOBIM
13h
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Renascimento Africano - 53‘
Zózimo Bulbul (RJ)
14h
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Wole Soyinka - 52’
Akin Omotoso (África do Sul)
15h
Black in Berlin - 13’
Sabrina Fidalgo (RJ)
Ramata - 84’
Léandre Alain Backer (Senegal)
ALERJ
17h30
Palestra/Reparação, Título de
Cidadão Carioca. (Presença do Senegal)
13 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário JOVENS BRASILEIROS
. Novos Realizadores
. Novas Mídias e Novos Roteiros
. As Mulheres da Nova Geração do Cinema
Viviane Ferreira (SP)
Sabrina Fidalgo (RJ/Berlim)
Luciano Vidigal (RJ)
Jana Guinond - Estimativa (RJ)
Janaina Oliveira (RJ)
14h
Cada fio uma história - 7’
Jana Guinond e Nina Silva (RJ)
O Que Você Tem na Cabeça? - 19‘
Carlos Maia
Na Real - 5’
Luana Paschoa e Amanda Faustino (RJ)
Amanhecer - 15’
Mariana Campos (RJ)
Black in Berlin - 13’
Sabrina Fidalgo (RJ)
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira
A Metralhadora de Selarón - 18‘
Paulinho Sacramento (RJ)
16h
Deus lhe pague - 17’
Miriam Juvino (RJ)
O trem do vale - 37’
Sávio Tarso (MG)
Várzea - 39’
Akins Kinte (SP)
18h
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento
Copa Vidigal - 75’
Luciano Vidigal (RJ)
20h
O Papel e o Mar - 15’
Luiz Antonio Pillar (RJ)
A Metralhadora de Selarón - 18’
Paulinho Sacramento (RJ)
CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL
14h
Pensando em Cheikh Anta Diop | 26’
Zózimo Bulbul (RJ)
Renascimento Africano - 53'
Zózimo Bulbul
Debate com o cineasta Zózimo Bulbul e o Professor Madiagne Diallo
18h30
Oficina de roteiro com Antonio Molina
e Antonio Pillar
OI FUTURO em Ipanema
14h
Saint Louis Blues (Un Transport en commun) - 48’
Dyana Gaye (Senegal)
16h
Alfa Blond - 90’
Antoinette Delafin-Cissé (Costa do Marfim)
14 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
14h
Comportamento Humano - 12’
Flávio Leandro (RJ)
Luto como Mãe - 70’
Luis Carlos Nascimento (RJ)
16h
Pedra do Sal - 12’
Juliana Chagas (RJ)
Guerreiro do Samba - 15’
Jocemir Ferreira (RJ)
Chama Imperiana - 19’
Paulinho Sacramento (RJ)
18h
Retrato em branco e preto - 15’
Joel Zito Araújo (RJ)
Noitada de Samba - 75’
Cely Leal (BA)
RODA DE SAMBA
OI FUTURO em Ipanema
14h
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Rap de Saia - 18’
Janaina Oliveira (RJ)
Neguinho e kika - 18‘
Luciano Vidigal (RJ)
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Se todos fossem iguais - 17’
Fernando Barcellos (RJ)
Santas Ervas - 17’
Lincoln Santos (RJ)
Ilha do rato - 18’
Joselito Crispim (BA)
Fonte: http://www.afrocariocadecinema.org.br/
08 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
17h
Mesa de Abertura
18h30
O Papel e o Mar - 15’
Luiz Antonio Pillar
Broder - 93’
Jeferson Dê (SP)
09 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
14h
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Black in Berlin - 13’
Sabrina Fidalgo (RJ)
Copa Vidigal - 75’
Luciano Vidigal (RJ)
16h
Cada fio uma história - 7’
Estimativa (RJ)
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Noitada de Samba - 75’
Cely Leal
ARMAZÉM 6 - Cais do Porto
18h30
Lançamento do Projeto do DVD Memória dos Destaques em curta metragem dos Encontros de Cinema 2007, 2008, 2009 e 2010.
19h30 - Clássicos
Alma no Olho - 11’
Zózimo Bulbul
Retrato em branco e preto - 15’
Joel Zito Araújo
O Papel e o Mar - 15’
Antonio Pillar
Choro e Ladainha - 15’
Antonio Pompeo
Carolina - 14’
Jeferson Dê
Condição Humana - 14‘
Flavio Leandro
20h30 - Novos Realizadores
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Rap de Saia - 18’
Janaina Oliveira
Neguinho e kika - 18‘
Luciano Vidigal (RJ)
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Se todos fossem iguais - 17’
Fernando Barcellos (RJ)
Santas Ervas - 17’
Lincoln Santos
Ilha do rato - 18’
Joselito Crispim (BA)
22h
Festa
OI FUTURO em Ipanema
14h
Anba Fey - 19'
Domenique Duport (Guadalupe)
La Vie Revee de Sarah - 27’
Giscard Bouchette (Haiti)
El viaje más largo - 25’
Rigoberto Lopez (Cuba)
Com a presença diretor Rigoberto Lopez
16h
Mujer - 4’
Jean Jean (Haiti)
Tête Gréné - 86’
Christian Grandman (Guadalupe)
Presença do diretor Christian Grandman
10 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário SENEGAL
. A importância da União dos países africanos
. Senegal - 50 anos de independência
. A importância do renascimento africano
Sr. Abdou Salam Sall
Sr. Iba Der Thiam
Sr. Ndawear Touré
Sr. Amadou Lamine Faye
Sr. Mame Biram Diouf
Madiagne Diallo
Ousmane William Mbaye
Mansour Sora Wade
Mama Keita
Léandre Alain Backer
Zózimo Bulbul
14h
Mère-Bi, La Mère - 55’
Ousmane William Mbaye
Dieu a-t-il Quitter L’Afrique? - 52’
Musa Kala Dieng (Senegal)
16h
Ramata - 84’
Léandre Alain Backer (Senegal)
18h
Estreia de Renascimento Africano - 51’
Zózimo Bulbul (RJ)
19h
L’Absence - 84’
Mama Keita (Senegal)
21h
Un homme qui crie - 92’
Mahamat-Saleh Haroun (Chade)
CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL
14h
ASWAD - Diáspora Africana - 72’
Júlio Tavares
Debate com o cineasta após a sessão
18h30
Oficina de Roteiro com Antonio Molina
Participação: Julio Tavares
OI FUTURO em Ipanema
14h
Abuona - 85’
Mahamat – Seleh Haroun (Chade)
Após a sessão, debate com o cineasta
16h
Daratt - 95'
Mahamat–Saleh Haroun (Chade)
Com a presença do cineasta
11 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário AS VÁRIAS ÁFRICAS
. 50 anos de independência da Costa do Marfim
. A libertação de Cabo Verde
. Literatura, cinema e a importância dos roteiros
Idriss Diabate - Costa do Marfim
Guenny Pires - Cabo Verde
Mahamat Seleh Haroun - Chade
13h
Le Raccourci Vers Le Soleil - 60’
Idriss Diabate (Costa do Marfin)
Wole Soyinka - 52’
Akin Omotoso (África do Sul/Nigéria)
15h30
Pour le meilleur et pour l'oignon - 52’
Sani Elhaj Magor (Nigéria)
Contrato - 77’
Guenny Pires (Cabo Verde)
17h30
Le Monologue de la Muette - 45’
Khady Sylla (Senegal)
Saint Louis Blues (Un Transport en commun) - 48’
Dyana Gaye (Senegal)
19h
Alfa Blond - 90’
Antoinette Delafin-Cissé (Costa do Marfim)
21h
Daratt - 95'
Mahamat–Saleh Haroun (Chade)
CENTRO CULTURALJUSTIÇA FEDERAL
14h30
Le Raccouri Vers Le Soleil - 60’
Idriss Diabate
Wole Soyinka - 52’
Akin Omotoso (África do Sul)
Debate com o cineasta Idriss Diabate
OI FUTURO em Ipanema
14h
Mumbi - 7'
Viviane Ferreira (SP)
Renascimento Africano - 53’
Zózimo Bulbul (RJ)
15h
Debate com cineastas
Zózimo Bulbul
Mansour Sora Wade
Madiagne Diallo
16h30
Oficina de roteiro com
Antonio Molina e Zózimo Bulbul
12 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário CARIBE
. O Festival Itinerante do Caribe e seus processos
. A Importância do Cinema na Reconstrução do Haiti
Rigoberto Lopez - Cuba
Christian Grandman - Guadalupe
14h
Anba Fey - 19’
Domenique Duport (Guadalupe)
20 anos - 20’
Bárbaro J. Ortiz (Cuba)
Uma Misma Raza - 20’
José Luis Neyra (Cuba)
El viaje más largo - 25’
Rigoberto Lopez (Cuba)
La Vie Rêvée de Sarah - 27’
Giscard Bouchette (Haiti/Fran)
16h
Cousines - 106’
Richard Senecal (Haiti)
18h
Mujer - 4’
Jean Jean (Haiti)
Tête Gréné - 86’
Christian Grandman (Guadalupe)
20h
Ramata - 84’
Léandre Alain Backer (Senegal)
OI FUTURO em Ipanema
14h
Cada Fio Uma História - 7’
Estimativa (RJ)
Bróder - 100’
Jeferson De (SP)
Debate com o cineasta
16h30
Oficina de roteiro com Antonio Molina e Jeferson De
ESPAÇO TOM JOBIM
13h
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Renascimento Africano - 53‘
Zózimo Bulbul (RJ)
14h
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Wole Soyinka - 52’
Akin Omotoso (África do Sul)
15h
Black in Berlin - 13’
Sabrina Fidalgo (RJ)
Ramata - 84’
Léandre Alain Backer (Senegal)
ALERJ
17h30
Palestra/Reparação, Título de
Cidadão Carioca. (Presença do Senegal)
13 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
10h - Seminário JOVENS BRASILEIROS
. Novos Realizadores
. Novas Mídias e Novos Roteiros
. As Mulheres da Nova Geração do Cinema
Viviane Ferreira (SP)
Sabrina Fidalgo (RJ/Berlim)
Luciano Vidigal (RJ)
Jana Guinond - Estimativa (RJ)
Janaina Oliveira (RJ)
14h
Cada fio uma história - 7’
Jana Guinond e Nina Silva (RJ)
O Que Você Tem na Cabeça? - 19‘
Carlos Maia
Na Real - 5’
Luana Paschoa e Amanda Faustino (RJ)
Amanhecer - 15’
Mariana Campos (RJ)
Black in Berlin - 13’
Sabrina Fidalgo (RJ)
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira
A Metralhadora de Selarón - 18‘
Paulinho Sacramento (RJ)
16h
Deus lhe pague - 17’
Miriam Juvino (RJ)
O trem do vale - 37’
Sávio Tarso (MG)
Várzea - 39’
Akins Kinte (SP)
18h
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento
Copa Vidigal - 75’
Luciano Vidigal (RJ)
20h
O Papel e o Mar - 15’
Luiz Antonio Pillar (RJ)
A Metralhadora de Selarón - 18’
Paulinho Sacramento (RJ)
CENTRO CULTURAL JUSTIÇA FEDERAL
14h
Pensando em Cheikh Anta Diop | 26’
Zózimo Bulbul (RJ)
Renascimento Africano - 53'
Zózimo Bulbul
Debate com o cineasta Zózimo Bulbul e o Professor Madiagne Diallo
18h30
Oficina de roteiro com Antonio Molina
e Antonio Pillar
OI FUTURO em Ipanema
14h
Saint Louis Blues (Un Transport en commun) - 48’
Dyana Gaye (Senegal)
16h
Alfa Blond - 90’
Antoinette Delafin-Cissé (Costa do Marfim)
14 DE NOVEMBRO
CINE ODEON BR
14h
Comportamento Humano - 12’
Flávio Leandro (RJ)
Luto como Mãe - 70’
Luis Carlos Nascimento (RJ)
16h
Pedra do Sal - 12’
Juliana Chagas (RJ)
Guerreiro do Samba - 15’
Jocemir Ferreira (RJ)
Chama Imperiana - 19’
Paulinho Sacramento (RJ)
18h
Retrato em branco e preto - 15’
Joel Zito Araújo (RJ)
Noitada de Samba - 75’
Cely Leal (BA)
RODA DE SAMBA
OI FUTURO em Ipanema
14h
Mumbi - 7’
Viviane Ferreira (SP)
Rap de Saia - 18’
Janaina Oliveira (RJ)
Neguinho e kika - 18‘
Luciano Vidigal (RJ)
Milton Meia Dúzia - 12’
Paulinho Sacramento (RJ)
Se todos fossem iguais - 17’
Fernando Barcellos (RJ)
Santas Ervas - 17’
Lincoln Santos (RJ)
Ilha do rato - 18’
Joselito Crispim (BA)
Fonte: http://www.afrocariocadecinema.org.br/
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O ensino das Literaturas Africanas e Afro-Brasileira e os desafios à práxis educacional e à promoção humana na contemporaneidade
Discorreremos neste texto, ainda que brevemente, sobre
implicações diversas que a colonização portuguesa legou, sobretudo ao
Brasil, e algumas de suas injunções à África em termos literários, bem
como o surgimento de uma literatura híbrida e centrada, através de
forte viés histórico, em fatos oriundos da colonização de negros
africanos. Por isso, se associarmos a perspectiva de entrecruzamento
proposta por Saramago a uma visão sobre a realidade cultural
brasileira, baseada também num tripé constituído por brancos, negros e
índios, perceberemos um descompasso que tem feito com que os últimos
ocupem uma posição notadamente desprestigiada em relação à hegemonia
branca.
Ler em: Buala
implicações diversas que a colonização portuguesa legou, sobretudo ao
Brasil, e algumas de suas injunções à África em termos literários, bem
como o surgimento de uma literatura híbrida e centrada, através de
forte viés histórico, em fatos oriundos da colonização de negros
africanos. Por isso, se associarmos a perspectiva de entrecruzamento
proposta por Saramago a uma visão sobre a realidade cultural
brasileira, baseada também num tripé constituído por brancos, negros e
índios, perceberemos um descompasso que tem feito com que os últimos
ocupem uma posição notadamente desprestigiada em relação à hegemonia
branca.
Ler em: Buala
O desenvolvimento da educação, só pode ser feito através das suas línguas - professor Armindo Ngunga
Armindo Ngunga, é professor catedrático da Universidade Eduardo
Mondlane e director do Centro de Estudos Africanos desta Universidade,
o Semanário manteve esta conversa a margem do terceiro Atelier de
pesquisa para ciências sociais, realizado em Maputo, numa iniciativa
do CORDESRIA e do Centro de Estudos Africanos da Universidade Eduardo
Mondlaie, aquele académico abordou a questão do desenvolvimento da
investigação cientifica em Moçambique, do facto da UEM, mais uma vez
constar no raking das cem melhores Universidades de África, da
valorização dos quadros Moçambicanos, e do desenvolvimento da
linguística.
Ler entrevista em: http://tinyurl.com/26h5f6z
Mondlane e director do Centro de Estudos Africanos desta Universidade,
o Semanário manteve esta conversa a margem do terceiro Atelier de
pesquisa para ciências sociais, realizado em Maputo, numa iniciativa
do CORDESRIA e do Centro de Estudos Africanos da Universidade Eduardo
Mondlaie, aquele académico abordou a questão do desenvolvimento da
investigação cientifica em Moçambique, do facto da UEM, mais uma vez
constar no raking das cem melhores Universidades de África, da
valorização dos quadros Moçambicanos, e do desenvolvimento da
linguística.
Ler entrevista em: http://tinyurl.com/26h5f6z
BacktoBlack ou BacktoWhite Supremacy? - Marcio Andre
Em sua segunda edição, o BacktoBlack - B2B reuniu uma série de bons músicos negros de estilos tão variados quanto o kora, o r&b, o pop e o blues, sem contar o melhor da música negra brasileira. Parabenizo totalmente a qualidade da produção técnica do evento: exposição de imagens de jovens negros em tamanho gigante, espaço para a exposição de peças e produtos de instituições sociais diversas, inclusive instituições negras. Os patrocinadores do evento (Oi Futuro, Fundação Cultural Palmares, Petrobras, etc) também contavam com stands dentro de um trem especialmente adaptado para tal. Do ponto de vista do quesito qualidade técnica não há o que reclamar, penso.
Continuar lendo em: Pambazuca News
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